Mande whats

(95) 99112-7188

user 1370671733Catarina Guerra: "O poder público tem o dever de estabelecer um serviço de saúde adequado à população" / Foto: Diego Dantas /

Mais cinco indicações de autoria da deputada estadual Catarina Guerra (SD) foram lidas na sessão desta quarta-feira, 17, da ALE-RR (Assembleia Legislativa de Roraima). Desta vez, a parlamentar atendeu demandas enviadas por moradores do município de São Luiz (sul do Estado) e pacientes do HGR (Hospital Geral de Roraima Rubens de Souza Bento).


Para o município de São Luiz, Catarina Guerra solicitou ao chefe do Executivo que adote medidas urgentes para solucionar diversos problemas vivenciados no Hospital Francisco Ricardo de Macedo. Conforme relatos recebidos pela parlamentar, o hospital enfrenta dificuldades com a falta de médicos (Indicação nº 172/2021) e de colchões e leitos em bom estado para os pacientes (Indicação nº 175/2021).


Catarina também solicitou que seja reestabelecido o fornecimento da alimentação destinada aos pacientes (Indicação nº 176/2021) e substituição dos aparelhos de ar-condicionado que se encontram com defeito (Indicação nº 174/2021) no hospital de São Luiz. "O poder público tem o dever de estabelecer um serviço de saúde adequado à população, pois o direito à saúde se insere na órbita dos direitos sociais constitucionalmente garantidos", justifica.


A deputada Catarina Guerra solicitou, ainda, o conserto do telhado do HGR, com o intuito solucionar o problema que vem causando o alagamento dos corredores do hospital em períodos de chuva (Indicação nº 173/2021). Conforme a parlamentar, o local tem um fluxo elevado de pessoas por ser o único hospital para emergências de Boa Vista, especialmente no tratamento da Covid-19.


"É grande o desconforto enfrentado por aqueles que precisam do hospital, precisando buscar um lugar que não esteja molhado ou até mesmo correndo o risco de cair e se machucar durante o tráfego nos corredores, dificultando o serviço de todos que ali estão trabalhando e até mesmo atrasando atendimentos médicos", observa, ao pedir que o problema seja detectado e solucionado com urgência para evitar prejuízos aos pacientes e funcionários do HGR.

 

Outras indicações
Outras duas indicações de autoria de Catarina Guerra foram lidas na sessão de terça-feira, 16. Por meio da Indicação nº 162/2021, a parlamentar solicita ao Executivo providências para a regularização da entrega de material para as aulas e atividades escolares remotas aos alunos da Escola Estadual Indígena Luiz de Oliveira, localizada na comunidade Mutum, no município do Uiramutã.


Conforme a parlamentar, relatos de responsáveis por alunos dão conta de que as atividades escolares naquela instituição de ensino estão paralisadas. Catarina também recebeu informações de que no ano letivo de 2020 os estudantes não tiveram aulas remotas.


Informações de pais e responsáveis dão conta de que durante todo esse período, os alunos do 4° e 5° anos só receberam duas atividades, enquanto os alunos do 6° e 9° anos nunca receberam nenhuma atividade prática de projetos. Mesmo tendo professor lotado para tal disciplina, esse servidor nunca compareceu às aulas.


"Também recebi relatos de que alguns servidores não estão comparecendo à escola para trabalhar e que essa atitude tem prejudicado muito os estudantes da comunidade. Os pais estão indignados porque alguns dos professores lotados na escola não moram na comunidade e nem estão ministrando aulas, contudo, suas frequências estão sendo enviadas periodicamente para a Secretaria de Educação durante todo o ano", justifica a parlamentar, ao pedir providências.


Catarina Guerra enfatiza que nesse cenário atual de pandemia da covid-19, as aulas e atividades remotas são o principal meio para que os alunos da rede pública do interior do Estado continuem estudando. "Sem esse serviço, os alunos estão sendo prejudicados, o que pode proporcionar a evasão escolar e a perda do ano letivo", observa.


Já a Indicação nº 140/2021, solicita do chefe do Executivo o conserto do aparelho de ultrassonografia da CECM (Clínica Especializada Coronel Mota), com a máxima urgência, para que os pacientes da unidade hospitalar não fiquem sem esse serviço essencial. O aparelho está há três meses quebrado.


DA REDAÇÃO